Dona Rosa, oitenta e nove anos, morava sozinha, tinha uma violeta ao lado da poltrona da sala e adorava as novelas das seis, das sete e das oito.
Um dia a violeta murchou, mas Dona Rosa criou raízes e floresceu.
Umas colheres de prosa, pitadas de poesia, temperadas com palavras doces e amargas. Sorver à temperatura ambiente.
Um comentário:
lindo
poético
sensível, o texto e a dona Rosa.
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